Em momentos de queda, é preciso abrir os olhos e ficar atento ao redor Para conseguir perceber de onde as mãos surgem para te resgatar E às vezes elas surgem dos lugares mais improváveis! Com os mais diferentes toques e perfumes E com forças inimagináveis! E com o tempo você percebe Que aquelas mãos estão lá por você! E que o que faz estas mãos estarem lá É simplesmente o fato de que você está aberto para aceitá-las Obrigada.
Sou refém de certezas e seguranças? Da espera, da espreita, da forma e hora certa? Será que é o momento de me desvincular da estética perfeita, de romper com a linha reta e me lançar à disposição ?
Não sei o que fazer com este espaço. Não sei o que fazer com a minha necessidade de escrita publicada, registrada! Por que tem de ser assim: Aberto? Exposto? Não sei o que fazer com minhas vontades Não sei o que fazer com as minhas mãos Não sei o que fazer com você.